sábado, janeiro 31, 2009

Pernalonga levando a pior



Este post é dedicado para todos aqueles que sempre tiveram vontade de ver esse coelho malandro levar a pior, ao menos uma vez na vida...

PS. Family Guy rules!


Bom fim-de-semana! ;)

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quinta-feira, janeiro 29, 2009

Marketing Viral (Games)

Apesar desta expressão ser bastante popular, segue abaixo um pequeno manual para se utilizar deste recurso tão bem conhecido:

FASE I:

Publique na internet um vídeo que demonstre um glitch de um game que acabou de ser lançado no mercado. Vale ressaltar também, que o vídeo deve apresentar aspectos de uma produção amadora e independente.



FASE II:

Utilize-se do "gancho" para responder à altura, com um outro vídeo que justifica a presença do "suposto" glitch.



De qualquer forma, a idéia deste daí foi realmente boa, e com certeza eu dei muita risada quando vi isso pela primeira vez.

Até amanhã! ;)

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quarta-feira, janeiro 28, 2009

De quem é a responsabilidade?



Salve! Hoje eu gostaria de compartilhar um vídeo que eu tenho na minha lista de favoritos já faz um tempo. Ele demonstra através de uma animação, o quão importante é assumir responsabilidades.
Espero que estes sejam alguns minutos bem gastos em sua vida (assim como foram para mim).

Até mais!

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terça-feira, janeiro 27, 2009

The Room (Vancouver Film School)



Ôpa, não apareci por aqui nem no domingo nem ontem... Foi mal. Eu tava meio arrebentado. É que no domingo foi dia de "aeróbica involuntária" (por assim dizer). Eu e meus amigos ficamos jogando aquele joguinho de golf do Nintendo Wii e ainda dançamos naquele tapete DDR até altas horas. Deu pra cansar O.o

Voltando ao foco do assunto, encontrei esse vídeo em destaque por acaso quando entrei no YouTube esses dias. É bem bacana! Parece um crossover daquele filme "Cubo" com aquele jogo "Portal".

Have fun, e tenham uma excelente semana ;)

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domingo, janeiro 25, 2009

River City Ransom


Salve! Nessa sexta-feira, eu o Alkseregion, o Galford e o Raven tentamos jogar aquele jogo "The Legend of Zelda: Four Swords" do Gameboy Advance. Mas, como é de praxe acontecer na maioria das vezes, é claro que não funcionou.
Outros exemplos que eu posso citar é um mod de "Half-Life" que permite uma jogabilidade cooperativa via internet, e um outro (que ainda está engasgado até hoje), é o "Outrun 2006 C2C".
Ah, por sinal... Alguém aqui já ouviu falar naquele mod de MAME (e outros sistemas) chamado Kaillera? Aquilo é a maior falácia já programada na história da humanidade. Sim, você até que consegue jogar online... O problema, é que não dá para ir até o fim do jogo!! Sempre dá problema no meio do caminho... Quando você menos espera, o char do seu colega está dando socos e pulos aleatórios na fase (em virtude da falta de sincronia).
De qualquer forma, nesta tentativa o Alkseregion e o Galford foram roncar "cedo" (só se for para o café-da-manhã), daí ainda sobrou aquela vontade de jogar alguma coisa. Lembrei então daquele clássico do Nes 8-bits chamado "River City Ransom". Acredito que esse jogo tenha sido o pioneiro dos jogos de beat'n up que além de porradaria, também combina elementos de RPG.
Ao contrário do Kaillera (já mencionado anteriormente), o Nes possui um emulador chamado FCE Ultra. O cara que programou isso é um gênio. Quero dizer, de todas as vezes que eu já joguei esse treco online, nunca deu problema de conexão!! Então por que os outros não podem seguir o exemplo desse, pô?!
Bem, voltando ao tópico, o River City Ransom é então um jogo de briga de rua, que também se utiliza de elementos de RPG, ou seja, permite a evolução gradativa do personagem. Mas como funciona este sistema? Vamos começar o review, partindo-se do princípio da introdução (notou como isso soou redundante?).


Pra começar, a história do game é bem clichê. Ela segue mais ou menos a linha de Double Dragon (isso fica ainda mais evidente com o andar da história), onde um cara malvado decide seqüestrar a namorada de um dos protagonistas só pra mostrar quem é o fodão. Daí esse protagonista decide chamar um parceiro pra ajudá-lo a resolver a bronca. Todos os personagens envolvidos nos combates são estudantes que fazem parte de gangues (algo mais ou menos na linha de raciocínio dos primórdios de Yu Yu Hakusho). Cada gangue é identificada de acordo com a cor do uniforme escolar (dependendo desta, a força dos inimigos varia de fácil até muito difícil).
E então, basicamente é isso. Você sai na rua enfrentando caras com socos, chutes, voadoras, arremessos, pedradas, pauladas, latadas na cabeça etc. Alguns inimigos hilariamente sentem-se intimidados com você de vez em quando, e saem correndo dizendo coisas ridículas como: "Mamaaa!!".
Quando um rufião morre, ele se transforma em moeda. E este é exatamente este o ponto chave do RPG contido no game. Ou seja, ao invés de você acumular pontos de experiência, você junta dinheiro para evoluir o char. Mas como isso? E se você levar uma bela de uma surra e precisar se curar, o que fazer?
Bem, basta ir na cafeteria mais próxima e pedir um cafezinho. Vale observar que a voracidade do personagem é tão grande, que ele faz até mesmo questão de engolir a xícara junto. Na verdade, cada item disponível para consumo, produz um efeito diferente. Alguns servem para elevar o life, outros para aumentar pontos de força, pulo, resistência... E por aí vai. E não estamos falando somente de itens digeríveis. Você também pode muito bem comprar cds de música para agregar pontos. Ou até mesmo quem sabe, uma bota que aumenta a potência do chute.
No entanto, isso tudo não é nada comparado aos itens principais do jogo: Os livros. Não se deixe enganar... É através deles que você pode aprender novas técnicas que facilitam (e muito) a vida.
O jogo não possui muitas fases, mas isto realmente não é um problema. Afinal de contas, o RCR não é linear. Você pode ir e voltar para onde quiser na hora em que desejar.
Caso você venha a morrer no meio do caminho, você perderá metade do dinheiro que tiver em mãos, e o personagem será transportado de volta para o último check-point pelo qual passou (os shoppings onde você compra os seus power-ups). Então não é exagero ressaltar que é melhor tomar cuidado para não passar raiva depois.
Você só conseguirá chegar ao último chefão, após enfrentar determinados chefes que estão espalhados em determinados locais. Para liberá-los, é preciso matar cada um numa certa ordem. E foi exatamente por este motivo que eu nunca consegui finalizar este jogo no meu Micro-Genius (genérico do Nes). Eu ainda lembro até hoje que li numa revista imunda que era preciso comprar um livro especial para abrir os portões da escola onde a namorada do rapaz está sendo mantida como refém. Não acredite nisso! Vá atrás dos chefes! Preste atenção no que cada um fala antes de morrer, pois é exatamente aí que reside a chave para o mistério.
Complementando, na época em que o jogo foi feito, não havia como salvar o seu progresso para continuar depois. Qual foi então a solução apresentada? Exatamente, aqueles passwords com 300 mil dígitos para deixá-lo bastante feliz. Ainda bem que hoje em dia basta clicar em "Save Stat" e esquecer...
Detalhes à parte, a trilha sonora do jogo é bem bacana (considerando a época em que ele foi produzido). Os efeitos sonoros também são muito convenientes, especialmente nas cenas em que você vê o personagem rodopiando com uma cara de tonto no chão. O único ponto negativo, é o lag que o jogo apresenta quando a tela está muito "carregada" de elementos. Mas até aí, isso também não deixa de ser normal para o período do game.


Bom, eu escrevi tudo isso só para chegar neste ponto: Aproveitando a oportunidade que eu tive de jogar o River City Ransom do Nes com o Raven, eu fiquei com vontade de testar a versão EX para o Game Boy Advance.
Só pude chegar a seguinte conclusão: Realmente fizeram um excelente trabalho de remake! Os criadores adicionaram uma alternativa onde além de jogar "solo", você também pode optar por uma ajudinha do CPU, onde este controla um outro character para te auxiliar.
No início devo admitir que achei este recurso uma bela porcaria, pois o cara do meu time me batia mais do que os inimigos. Felizmente, eu percebi depois uma opção chamada "Strategy" (tipo aquela do Capitão Nascimento), onde você pode definir o comportamento dele. Isso com certeza foi bastante útil.
Além disso, o acabamento gráfico ficou super bacana (conforme você pode conferir no vídeo indicado). Eles também mantiveram a trilha sonora original, e até modificaram algumas coisas que eu achei bem legal (mas não vou entrar em detalhes para não estragar a surpresa).


Hmm mas já que estamos falando sobre isso, vamos encerrar então com a versão de Super Nintendo.
Conhecido como "Shodai Nekketsu Kouha Kunio-Kun" (ou simplesmente River City Ransom II), o jogo em si é muito divertido. Mas, ao contrário do RCR de Nes / GBA, o cenário deste foi completamente modificado. Nesta versão, eles decidiram manter os protagonistas vinculados a uma gangue de uma determinada escola.
Ao invés do processo de evolução ser realizado através do "consumismo", neste você evolui conforme for matando inimigos (o esquema de RPG tradicional). Através dessas evoluções, com o tempo você vai adquirindo novas técnicas para utilizar.
A parte mais engraçada é definitivamente a falta de noção do jogo. Você pode literalmente sair dando murros, maletadas, latadas em qualquer um que estiver passando na rua (desde um convencional membro de uma gangue rival, até uma senhora de idade). E mesmo que você não se envolva com ninguém, a aleatoriedade do jogo faz com que de vez em quando todos os presentes na tela comecem a brigar entre si. Curiosamente, às vezes, por algum motivo aparentemente misterioso, alguém decide lutar ao seu lado. Mas também, a parceria fica limitada somente àquele "round" por assim dizer, depois cada um toma o seu rumo.
Há um único problema que eu faço questão de mencionar: Este game nunca foi lançado nos EUA, ou seja, ele é originalmente todo em japonês. Mas, para a minha felicidade (e a de quem eventualmente se interessar pelo game), na época em que eu o joguei, havia um patch de tradução que até que dava conta do recado.
Infelizmente eu nunca cheguei a finalizá-lo, e não foi somente por causa de algumas partes que não estavam completamente traduzidas (hoje em dia a tradução está completa). É que o jogo é simplesmente muito difícil! Digo isso, pois sempre que você morre, você tem de voltar para o seu apartamento e tem de atravessar a cidade desde o princípio. Ou seja, chega uma hora que você literalmente fica com o saco na lua...

Bem, é isso aí pessoal! Caso alguém tenha sentido o interesse de jogar alguma destas versões, eu definitivamente recomendo.
A internet é uma "mãe" por si só, ou seja, hoje em dia é relativamente fácil encontrar o que você estiver procurando. Mas se alguém estiver com dificuldades de localizar qualquer coisa inerente a estes jogos para baixar, basta deixar um comentário aqui que eu irei ajudar.

Na próxima vez, eu vou ver se escrevo sobre os outros jogos que se originaram a partir deste. Até mais, e um excelente domingo! (o sábado já se escafedeu... Daqui a pouco eu apareço por aqui de novo... Eu acho...).

PS. Curiosamente, enquanto eu procurava uma imagem para ilustrar este texto, eu acabei me deparando uma coisa que não estava esperando... Aparentemente existe uma versão online do jogo! Para ver a imagem, basta clicar aqui. Agora estou em estado de choque... Bah, vou terminar de editar tudo e vou dormir que eu ganho mais...

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sexta-feira, janeiro 23, 2009

Tokyo Mango


Aí está uma dica de blog que realmente vale a pena conferir. A Lisa Katayama sempre posta algumas coisas interessantes por aí - vide a filosofia do site: "Tudo o que você sempre quis saber sobre o local de nascimento do Godzilla, Gundam, todo o Shabu-shabu que você puder comer, máquinas de vender calcinhas e eu".

Vou citar aqui alguns posts que eu achei bacanas:

1-) A viagem que a Lisa fez aqui para o Brasil, contendo várias fotos do bairro da Liberdade;
2-) O despertador que só pára de tocar quando leva um tiro;
3-) Aquecedor de marmita USB.

É claro que existem muitas outras postagens legais neste site, mas o resto eu deixo para vocês descobrirem.

PS. Os textos publicados são todos escritos em inglês, e a grande maioria dos vídeos são em japonês.

Arigato, e tenham uma excelente sexta-feira ;)

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quinta-feira, janeiro 22, 2009

A boot to the head



Hmmm... Só há uma palavra para descrever este vídeo: Genial.

É com prazer que eu o compartilho com todos vocês, inclusive com aqueles que já tiveram o prazer de assisti-lo antes.

Have fun ;)

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quarta-feira, janeiro 21, 2009

Let the right one in (Deixe ela entrar)



Para quem se decepcionou assistindo "Queen of the Damned" (A Rainha dos Condenados), e não foi com a cara do estilo de Twilight (Crepúsculo), eis aqui um filme que deixará os fãs de Vampiro mais animados (dica vinda diretamente do nosso contribuidor indireto Allface).

Resumidamente, esta é uma história de um garoto que se sente revoltado com a maneira que é tratado pelos seus colegas na escola, e que de repente passa ter uma menina vampira como vizinha. Como eu odeio spoilers, o resto, eu deixo para vocês descobrirem ;)

Como a filosofia da MEDI não é voltada para a divulgação de downloads, se alguém tiver interesse de baixar o filme, basta clicar aqui. Acabei de testar todos os links, e estão todos ok.

Até mais, bloodsuckers!

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Cowboy Bebop (O filme)

De forma oficial, Keanu Reeves está confirmado no papel principal de Cowboy Bebop, adaptação do anime de mesmo nome para o cinema. O ator estará na pele do caçador de recompensas Spike Piegel.

Segundo a Variety, também já se sabe o nome do roteirista: Peter Craig.

Cowboy Bebop é uma série criada por Shinichiro Watanabe em 1999.

A história é futurista, se passando em 2071. A população da Terra migrou para outros planetas do Sistema Solar, e vive em colônias. A polícia espacial, sem poder dar conta de todos os bandidos, recorre ao auxílio de cowboys - caçadores de recompensas espaciais.

fonte: Fábrica de Quadrinhos (Christian Moreno)

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Bom, eu não sei quanto a vocês, mas apesar desta série ser relativamente antiga, eu só fui assisti-la recentemente. A minha opinião a respeito dela é a seguinte: Resumidamente, cada episódio funciona de maneira independente, ou seja, não segue uma seqüência "lógica" (com exceção de alguns poucos que possuem no máximo um episódio de continuação, ou simplesmente aqueles que ilustram os pontos-chave da história).
O que mais me "irrita" nisso tudo é o fator "coincidência". De vez em quando este recurso é até tolerável, mas parece que neste anime ele não tem limites... Quer dizer, a forma como as histórias se desenvolvem, são de certa forma entediantes (simplesmente pelo fato de se tornarem "óbvias"). Bem, o anime é legal e tudo mais, mas definitivamente não foi algo que me deixou "viciado". Samurai Champloo, por exemplo, que também é de autoria de Shinichiro Watanabe foi muito mais interessante na minha opinião.
Mas uma coisa realmente se destaca em Cowboy Bebop: A trilha sonora. É realmente uma coisa de outro mundo (tá, foi uma trocadilho besta). De tão boa, fiz questão de baixá-la por completo.
Outro ponto positivo que vale a pena ressaltar, é em relação ao final. Não se preocupe, a minha intenção aqui não é revelar spoilers. Eu só gostaria de deixar claro que ele foi muito bacana, e eu não poderia esperar menos de uma série tão famosa quanto essa.

Agora vamos lá, conversando com meus amigos pelo MSN, nós definimos um elenco que gostaríamos de escalar para participar do filme. Seguem abaixo as imagens comparativas comentadas, para que todos possam criticar a respeito:

Keanu Reeves / Spike: Realmente, a escolha do ator para este papel não poderia ter sido melhor. O passado mostra que o Keanu sabe muito bem fazer filmes de ação, além de que, o cabelo de vassoura dele se encaixa "como uma luva" no figurino.

Sean Connery / Jet: Bem, tá certo que o Sean já está aposentado e tudo mais, mas eu tenho certeza de que ele atuaria muito bem na pele do Jet. Especialmente porque ele fez um excelente papel de policial naquele filme "Os Intocáveis". Agora voltando à realidade, uma outra opção para o papel, poderia ser o Jeff Bridges que atuou muito bem em "Iron Man" (mas é fato que ele teria de sacrificar os seus fios de cabelos mais uma vez hehehe).

Winona Ryder / Faye Valentine: Ok, eu admito que a nossa escolha já está relativamente velha para representar a Faye. De qualquer forma, o jeito de "menina-moleca" e o passado da atriz contam muitos pontos em seu favor. Afinal de contas, quem é que não se lembra daquele incidente onde ela foi pega furtando peças de uma loja de roupas? Enfim, na ausência dela, outra sugestão seria a Katie Holmes, que ficaria uma gracinha fazendo papel de bad girl.

Heath Ledger / Ed: Em um primeiro momento, eu sei que você deve estar pensando: "Oh my God, what the heck, wtf!". Mas pera lá, dê uma olhada com calma na foto e me diga se realmente não dá para se estabelecer uma conexão entre eles. Mas é fato que infelizmente o nosso amigo faleceu. De qualquer forma, eu tenho certeza de que ele teria dado uma excelente Ed se ainda estivesse na ativa. Quer dizer, para quem encarnou com louvor o Joker, e também representou um homossexual em "O Segredo de Brokeback Mountain", vivenciar uma garota hiperativa seria fichinha para ele. Que Deus o tenha Heath! Ah, e quem não gostou da opção, é só contratar esta menina.

Johnny Depp / Vicious: Acho que nem preciso dizer nada a respeito... Basta relembrar de filmes como "Janela Secreta" e até o recente "Piratas do Caribe" para perceber que o Johnny possui um balde de parafusos soltos. O cara é literalmente pinéu, e com certeza representaria um sociopata sem problemas.

Jennifer Aniston / Julia: Apesar de eu achar a Jenny muito "sorridente e certinha" para o meu gosto, eu gostaria de vê-la numa situação desse tipo. Seria até interessante vê-la atuando com uma personalidade mais séria, especialmente porque ela já deixou claro em outros filmes que também sabe muito bem atuar em cenas de drama.

Obs. Não houve nenhuma sugestão de atuação para o Ein, pois qualquer cachorro treinado faz a parte do canino tranqüilamente.

A vantagem de reunir alguns destes artistas no mesmo filme seria a seguinte: Entrosamento.
Alguns deles já trabalharam juntos, o que já ajuda bastante no relacionamento dos profissionais.
Já em relação a equipe que faria o trabalho de produção, direção etc, eu acredito que poderia muito bem ser realizada uma reunião com o pessoal daquele clássico do faroeste "The Good, the bad and the ugly" (conhecido também como "Três Homens em conflito"), com o povo daquele jogo "Freelancer". Acredito que o brainstorming seria bastante produtivo! Mas é claro, isto é somente a minha opinião. ;)

Espero que tenham gostado desta avaliação! Faz tempo que eu não escrevo nada para a MEDI.. Gostaria de agradecer ao Raven e ao Alkseregion pelo brainstorming dos personagens! Foi tão proveitoso que até rendeu este texto hehehe. Valeu caras!

Anyway, see you space cowboy!

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segunda-feira, janeiro 19, 2009

Thundercats - o filme



Confesso que não sou fã de trailers caseiros porque 95% deles são toscos ao extremo, mas até que gostei desse. A montagem, edição, a idéia em si ficou bem caprichada, o cara deve ter tido um putcha trabalho pra fazer.
Deu até pra ficar empolgado com um filme dos Thundercats, claro que sem aquele lado infantil.



Aproveitando o embalo, a abertura do desenho, a qualidade impressiona até hoje.
Bons Tempos.

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sexta-feira, janeiro 16, 2009

Deckard Cain passando trotes



Acreditem se quiser, mas até mesmo o ancião do Diablo decidiu entrar nessa onde de passar trotes... O.o

PS. Conforme eu for encontrando mais vídeos nonsense, vou postando por aqui. É que por hora as idéias estão meio fracas por aqui... Mas é como o Galford falou: Não dá pra deixar a reponsabilidade toda do blog somente para o Cadu, hmm? Enjoy ;)

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